sábado, 20 de abril de 2013

Era de ingerência de potências está ultrapassada, destaca Patriota

No que depender do Brasil, as autoridades e a sociedade da Venezuela resolverão o impasse atual, sem interferência externa, exceto se for para contribuir na busca do consenso. A avaliação foi feita pelo ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, de 58 anos. “A era da ingerência por parte de potências hemisféricas ou de outras regiões está ultrapassada”. Patriota ressaltou ainda que não há data definida para o retorno do Paraguai aos blocos regionais, mesmo após as eleições de amanhã (21).

Ele avaliou também que determinadas situações de crise, como é o caso da Síria, que dura dois anos, dependem de liderança e também de “boa vontade”. “[Tudo isso] exige criatividade, liderança e boa vontade.”

Patriota analisou ainda a relação com a Argentina, a situação dos brasileiros presos na Bolívia e dos imigrantes haitianos no Norte do Brasil, a crise na Península Coreana e a visita da presidenta Dilma Rousseff aos Estados Unidos.

Atento para escolher cada palavra, o chanceler disse que costuma associar sua experiência de 34 anos na diplomacia com a intuição e sensibilidade. Na busca pelo equilíbrio, Patriota toca piano, pelo menos, uma vez por dia.

A seguir, os principais trechos da entrevista do chanceler.

Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

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