O corpo técnico das duas instituições analisou o andamento dos projetos, a reestruturação de algumas ações e o fortalecimento da assistência técnica para atender aos mais de 125 mil pescadores e aquicultores baianos cadastrados. “Para assistir adequadamente àqueles que precisam, temos que consolidar a base de dados, criando ferramentas que possibilitem a captação de informações em tempo real e a mensuração de resultados nos projetos”, explicou o presidente da Bahia Pesca, Cássio Peixoto.
Meta
Para o diretor executivo do Funcep, Marco Aurélio Santos, embora as previsões apontem para mais dificuldades, com o prolongamento da estiagem, “o apelo econômico e social das atividades é muito forte e requer acompanhamento contínuo para otimização de recursos, objetivando alcançar os pequenos produtores”. Segundo ele, a meta do Fundo é melhorar as condições de vida dos pescadores e aquicultores baianos que vivem abaixo da linha da pobreza.
Nesse cenário, a Bahia Pesca apresentou os principais programas que podem contribuir, com o apoio do Funcep, para a melhoria socioeconômica de milhares de famílias em todo o estado. “A dinamização da assistência técnica, a profissionalização da pesca artesanal, a verticalização da produção de algas, as unidades de beneficiamento do pescado e a atualização cadastral junto ao Registro Geral da Pesca estão entre as atividades que devem mudar o perfil da pesca e aquicultura na Bahia”, enfatizou o presidente da empresa.
De acordo com Peixoto, a partir da consolidação da base de dados será possível analisar estrategicamente os números apresentados pelos projetos e agir localmente na solução dos principais problemas do setor. “Temos muitas frentes de ação como a reestruturação das Estações de Alevinos e Unidades Produtivas de Piscicultura, o impulsionamento da cadeia produtiva do Bijupirá e a ampliação da capacitação de pescadores”.

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