
Há 13 anos, Leoneide Alcântara Marques, 55, resolveu mudar sua vida, quando saiu da condição de funcionária de uma empresa e passou a ser empregadora. Entrou no ramo da produção de acarajé e, hoje, conhecida em Juazeiro como Irmã Neide do Acarajé, possui uma microempresa, que emprega seis funcionários. Ela não para de pensar em inovações que possam promover o negócio.
A empresária procura desenvolver produtos que atendam novas demandas do mercado e, em alguns casos, conta com o apoio da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) para estudos e pesquisas. Mas, Irmã Neide já tem uma lista de conquistas inovadoras que deram ao seu empreendimento maior visibilidade.
A empresária diferencia os serviços oferecidos e vem atraindo a atenção das pessoas. Na barraca localizada na orla da cidade, a bancada do acarajé é térmica para permitir que os produtos se mantenham aquecidos. Além disso, uma maquineta permite que o cliente compre o acarajé e o abará no cartão de débito ou crédito. Leoneide oferece ainda o serviço de entrega em domicílio, com promoções especiais para o cliente.
As inovações não param por aí. A empreendedora desenvolveu ainda um creme de bacalhau. Ela montou um restaurante de comidas típicas baianas no mesmo local onde prepara e guarda todo o material que é vendido na barraca da orla. “Meu objetivo nesse momento é encontrar um local que seja mais centralizado para atender uma maior quantidade de pessoas, possibilitar a diversificação do cardápio e ainda oferecer facilidades e conforto para clientes e funcionários. Esse é o meu projeto para o futuro”, ressalta.
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