Ele terá a companhia no controle da empresa de três famílias que controlam as ações desde 2011: Benedetti, Tecchio e Randon.
O narrador já atuava junto ao grupo desde 2009, mas de outra maneira, apenas com uma parceria. Com uma vinícola de sua propriedade na Campanha Gaúcha, ele participou anteriormente da criação de alguns vinhos com a Miolo.
Os dois levam seu nome: o tinto Bueno Paralelo 31 (uvas Cabernet Sauvignon (60%), Merlot (30%) e Petit Verdot (10%)e o espumane Bueno Cuvée Prestige (Chardonnay e Pinot Noir (50%).
A principal aposta da Wine na inclusão de Galvão é explorar o marketing e visibilidades que o narrador dará a marca. Ele participará de ações comerciais e usará a sua imagem para divulgar os produtos.
“No que o Galvão poderia nos ajudar de fato? É o lado comercial e de marketing. Ele é voltado para a área de comunicação, uma área da companhia não tão bem trabalhada. Nós somos produtores de vinho, e as questões comerciais são bem diferentes da produção. Acreditamos que ele possa assegurar muito nessa área de marketing comercial e vai poder nos auxiliar”, falou Adriano Miolo, superintendente do grupo.
GALVÃO SERÁ O HOMEM DO MARKETING

Galvão ao lado do superintendente Adriano Miolo; narrador já realizou eventos pela Wine e até emplacou as escuderias de Fórmula 1 McLaren e Mercedes como uma das consumidoras de produtos do grupo
“Tem um plano genérico de ações já traçado. São todas ações desde que não conflite o acordo que ele tem com a Globo. É o primeiro grande critério. Já fizemos eventos com ele de degustação e foi fantástico”, continuou.
As metas de crescimento da empresa a partir de agora são ousadas. Planeja pular dos aproximadamente R$ 126 milhões de faturamento em 2012 para até R$ 500 milhões em oito anos, aproximadamente quatro vezes mais do que o último balanço.
“Queremos multiplicar por quatro o último faturamento. E esperamos que esse objetivo final seja traduzido em vendas e já estamos preparados para esse crescimento de produção. Qual é o grande investimento para chegar neste plano? É a área comercial, no qual ele vai nos ajudar mais. Os próximos investimentos vão estar voltados para o marketing e distribuição.”
Apesar de a principal tacada com a chegada de Galvão ser explorar sua imagem, o narrador tem bons conhecimentos de vinho, diz o superintendente do grupo. Tanto é que ele precisa demonstrar seu conhecimento para fazer as apresentações dos eventos em que participará.
“O conhecimento dele até nos impressionou [quando se conheceram, há quatro anos] em nível de vinhos mundiais e como apreciador de marcas e de regiões. Ele fala tranquilamente das regiões da Itália, França e visitou todas regiões. Ele estudou um pouco. Na questão de produção e vinhedo, ele está entendendo melhor agora. Mas ele tem uma base importante que é conhecer o mercado.”
Atualmente, o grupo é líder no mercado nacional e referência em qualidade.
Elaboram mais de 100 rótulos de vinhos finos em cinco regiões do país: Vinícola Miolo (Vale dos Vinhedos), Seival Estates (Campanha), Almadén (Campanha), RAR (campos de Cima da Serra), Lovara Vinhas e Vinhos (Serra Gaúcha) e Vinícola Ouro Verde (Vale do São Francisco em Casa Nova-BA), além de possuírem parcerias com produtores do Chile, Argentina, França, Espanha e Itália.
DILMA ANUNCIA R$ 66 BILHÕES PARA MUNICÍPIOS

Galvão ao lado do superintendente Adriano Miolo; narrador já realizou eventos pela Wine e até emplacou as escuderias de Fórmula 1 McLaren e Mercedes como uma das consumidoras de produtos do grupo
“Tem um plano genérico de ações já traçado. São todas ações desde que não conflite o acordo que ele tem com a Globo. É o primeiro grande critério. Já fizemos eventos com ele de degustação e foi fantástico”, continuou.
As metas de crescimento da empresa a partir de agora são ousadas. Planeja pular dos aproximadamente R$ 126 milhões de faturamento em 2012 para até R$ 500 milhões em oito anos, aproximadamente quatro vezes mais do que o último balanço.
“Queremos multiplicar por quatro o último faturamento. E esperamos que esse objetivo final seja traduzido em vendas e já estamos preparados para esse crescimento de produção. Qual é o grande investimento para chegar neste plano? É a área comercial, no qual ele vai nos ajudar mais. Os próximos investimentos vão estar voltados para o marketing e distribuição.”
Apesar de a principal tacada com a chegada de Galvão ser explorar sua imagem, o narrador tem bons conhecimentos de vinho, diz o superintendente do grupo. Tanto é que ele precisa demonstrar seu conhecimento para fazer as apresentações dos eventos em que participará.
“O conhecimento dele até nos impressionou [quando se conheceram, há quatro anos] em nível de vinhos mundiais e como apreciador de marcas e de regiões. Ele fala tranquilamente das regiões da Itália, França e visitou todas regiões. Ele estudou um pouco. Na questão de produção e vinhedo, ele está entendendo melhor agora. Mas ele tem uma base importante que é conhecer o mercado.”
Atualmente, o grupo é líder no mercado nacional e referência em qualidade.
Elaboram mais de 100 rótulos de vinhos finos em cinco regiões do país: Vinícola Miolo (Vale dos Vinhedos), Seival Estates (Campanha), Almadén (Campanha), RAR (campos de Cima da Serra), Lovara Vinhas e Vinhos (Serra Gaúcha) e Vinícola Ouro Verde (Vale do São Francisco em Casa Nova-BA), além de possuírem parcerias com produtores do Chile, Argentina, França, Espanha e Itália.
Uol

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